quarta-feira, 27 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Coice

Às vezes, apostamos todas as nossas fichas num cavalo e, de repente, ele nos surpreende com um coice... Quarta-feira passada, mais alguém, que eu estimava muito, mostrou um lado que eu não conhecia.
Como as coisas mudam de um minuto para o outro!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Segundas

Por que tudo acontece na segunda-feira? Justo o dia em que eu não tenho tempo de chorar.

domingo, 24 de abril de 2011

Eu quero chorar!

Não sei em que mundo estou, só sei que não consigo chorar. Espero que cada frase expressa seja como uma lágrima. E que ao final deste texto eu esteja purificado e que toda a mágoa, tudo o que me consome fique incrustados nessas palavras que podem dar idéia de inocência:
Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar! Eu quero chorar!

Ódio

Estou com muita raiva. Duas pessoas que eu estimava e respeitava muito agiram de um modo tão diferente, que hoje eu afirmo ter ódio delas. Elas são tão egoístas que, além de supervalorizar a família errada que têm, ainda insistem em estragar a minha. Que ódio!

terça-feira, 22 de março de 2011

Condição

Pensei que houvessem exceções, mas não há.
Pensei que eu fosse uma exceção, mas não sou.
Definitivamente, só valorizamos as pessoas quando as perdemos ou quando algum problema de saúde a compromete.